Felix Baigon no blog do Noblat
O músico alagoano Felix Baigon tem, desde hoje, espaço reservado no blog do jornalista Ricardo Noblat, colunista do jornal O Globo, do Rio de Janeiro. O convite partiu do próprio Noblat, que se encantou com comentários e textos sobre música escritos por Baigon. Agora, o contrabaixista tem presença certa no blog todas as sextas-feiras. Pelo menos foi assim que os dois andaram combinando por telefone…
Para inaugurar o espaço, Felix Baigon publicou o artigo “Discos Imperdíveis – Kind of Blue – Miles Davis”, uma breve análise sobre o que classificou como “um dos mais cultuados álbuns de jazz da história”. Diz ele: “Kind of Blue não foi só um disco, foi um projeto de vida, classificado como o ’suco de laranja diário’ de toda uma geração de músicos e jazzófilos de todo o mundo”.
Felix Baigon: o ouvidor de música
“Baigon ouve música todos os dias. O hábito fez dele músico e produtor musical, pesquisador de notas, melodias e acordes. Contrabaixista nas horas vagas e inteiras, carrega 30 anos de relação intensa com a música, seja nos palcos, na sala de casa ou no fone plugado ao ouvido. Cansou de ouvir tudo sozinho. Às sextas-feiras, a partir de hoje, vai dividir parte das décadas de audições diárias com os leitores deste blog”, apresenta o blog do Noblat.
E Felix Baigon é isso aí: fazedor e, principalmente, ouvidor de música.
Quem baba ao falar sobre ele é a filha, a jornalista Paula Felix. Fui perguntar o que de mais importante ela podia falar sobre o pai e lá veio a emoção: “Foi ele que me ensinou a ouvir música, mas ouvir de verdade. Antes eu ouvia os instrumentos todos juntos. Aí ele sentava na sala e mandava eu escutá-los de um por um. Um dia eu consegui e foi incrível!”.
Ela também confirma a fama de “chato e sisudo” do pai, mas diz que é tudo bobagem. “Ele é direto e sincero. Mas é muito sensível”. Aliviando, não é Paula?
Andanças e cantanças
No currículo de Felix Baigon cabe de monte grandes artistas e grandes festivais, nacionais e internacionais. Difícil destacar alguns, mas vai uma tentativa: atuação na Orquestra Tabajara, do maestro Severino Araújo,onde fez temporada no Cassino Estoril, em Portugal; no Rio de Janeiro, acompanhou artistas como Jamelão, Nelson Gonçalves, Eliana Pitman, Jorge Vercilo, Rita Mansur, Suzy Quintella; participou de musicais com os atores Luiz Armando Queirós e Beth Faria; participou do espetáculo Bibi Pop III, com a atriz e cantora Bibi Ferreira; em Alagoas, trabalhou com artistas como Leureny, Mácleim, Júnior Almeida, Ricardo Mota, Chico Elpídio, Sóstenes Lima, Lucy Serralvo, Clarice Barreiros, Fernanda Guimarães e Irina Costa.
Mais? Confere no “myspace” dele: http://www.myspace.com/felixbaigon
Add comment 30 30UTC Outubro 30UTC 2009
Tendências e Mercado: o Nordeste acontece aqui
Leitores/as do Fala Cassilda!
Gostaria de covidá-lo/a a conferir o novo portal de notícias econômicas do Nordeste, o Tendências e Mercado.
O portal está no ar desde a manhã de hoje e traz informações relevantes sobre as novidades econômicas da região, baseadas em três editorias: Negócios, Empresas e Finanças. Além disso, você pode conferir canais exclusivos que abordam moda, bem-estar, automóveis, tecnologia, turismo, eventos culturais e opiniões de profissionais sobre os mais diversos assuntos.
Acesse já: www.tendenciasemercado.com.br
TM. O Nordeste acontece aqui.
2 comments 8 08UTC Outubro 08UTC 2009
TM: seu norDESTINO
É amanhã! Oito de outubro. Dia do Nordestino. E dia de uma grande novidade para os aniversariantes.
TM: seu norDESTINO.
Aguardem!
Add comment 7 07UTC Outubro 07UTC 2009
Crítica da razão tupiniquim
Levar a sério, seja um trabalho, um lugar ou um amor, não consiste no zelo pela vigência de normas sociais. Ao contrário. (…) A sério, revigoro o mundo com uma quantidade imensa de significações. Sério, reduzo-me a objeto morto, caricato, de existir centrado no externo.
(Roberto Gomes, em Crítica da Razão Tupiniquim)
Ontem (02) encontrei com duas estudantes de Jornalismo da Ufal, Natália e Janine, esta última já conhecida. O papo deveria girar em torno do processo de produção do livro-reportagem “Por trás dos Muros”, mas acabou se estendendo a diversos outros assuntos, da exigência do diploma para exercer o Jornalismo ao perfil das novas turmas que povoam o curso.
Em tempo: no último dia 06 de setembro “Por trás dos muros” venceu, na categoria livro-reportagem, a etapa nacional da Expocom (Exposição de Pesquisas Experimentais em Comunicação), prêmio concedido pela Intercom (Sociedade Brasileira de Estudos Interdisciplinares de Comunicação). E eu, claro, estava lá em Curitiba para receber o troféu, junto a pessoas queridas. Pena que o quebrei sem querer, ao derrubar o pobre da mesa. Caiu no chão e se partiu em dois. Ainda não comprei uma boa cola para reparar o dano, mas torço que isso seja suficiente. [Confira aqui trechos do trabalho e os vencedores da Expocom 2009].
Transtorno à parte, a notícia do prêmio, até então inédito na Ufal (alguém tem informação contrária? comente abaixo!), inspirou as estudantes a produzir uma matéria para o novo jornal-laboratório que a comunidade acadêmica desenvolve, ainda sem nome. Quem ficou incubida de me telefonar para fazer o convite para a entrevista foi a Natália e logo pensei: UAU! QUE CHIQUE!
Mas desconfio que toda a “chiqueza” da coisa foi ao chão logo em uma das primeiras perguntas: “Como foi a estudante Acássia?”.
- Xiiii…
Bom, preferi ser sincera. Disse a verdade: não fui o que se pode chamar de uma estudante brilhante. Tudo bem, a maioria dos professores e a estrutura do curso de Comunicação da Ufal não ajudaram nem um pouco, mas eu poderia ter produzido mais. Muito mais, eu diria. Assim como para a maioria dos estudantes que passam por lá, creio que me faltou foco durante o curso.
Foco que descobri apenas no último ano de estudos, justamente ao desenvolver “Por trás dos muros”, um trabalho produzido com afinco, cuidado e muita responsabilidade. Não à tôa, um trabalho reconhecido pela Intercom. Orgulho-me.
Por outro lado, conversamos Natália e eu – enquanto Janine fazia cliques por vários ângulos -, aproveitei muito o que a universidade pôde me dar. Falo da parte lúdica, das relações humanas, da quebra de preconceitos, de conhecer e dialogar com outras realidades, coisa que me fascina há tempos. E coisa também que, creio, estudantes da “nova” geração não estão aproveitando como deveriam, na disputa precoce por estágios e visibilidade profissional. Uma impressão compartilhada com minha entrevistadora.
Ao fim da conversa, uma revelação. Em outras palavras:
“Acássia, imaginei que você era uma pessoa seríssima, cisuda”
E aí logo lembrei de um livro lido no primeiro ano do curso de Jornalismo, para a disciplina de Filosofia, então orientada pelo professor Fernando Ayres. O livro chama-se “Crítica da Razão Tupiniquim”, escrito pelo também filósofo Roberto Gomes. Ao defender a falta de personalidade da filosofia brasileira, Gomes ressalta: para ter seriedade, não é preciso ser sério, no sentido de normas e convenções sociais. Basta se levar a sério e levar as coisas a sério também.
Foi uma das lições que ficaram da universidade. Agora é esperar para ver o trabalho da Natália e da Janine publicado. Desde já, agradeço pelo convite e espaço disponibilizado.
5 comments 4 04UTC Outubro 04UTC 2009
Cara nova!
Agora sim, de volta de uma vez. E melhor… com um novo visual!
Mais leve, mais lindo, mais solto. Gostou? Espero que sim, pois a mudança foi baseada na opinião de 26 internautas que passaram por aqui. Sinceramente, acho que não são leitores (desconfio que, além de mim, apenas um ou dois conhecidos dão uma passadinha de vez em quando), mas tá valendo!
Confira o resultado da enquete:
Obrigada a quem votou na nossa primeira enquete. E obrigada também a quem deu aquela força, pedindo a volta do blog. Cá estamos!
Amanhã tem mais.
2 comments 1 01UTC Outubro 01UTC 2009
| AJUDE!| De volta para pedir sangue AB+
Ora, ora, quem está de volta!
- Tudo jóia, Cassilda?
- Oláaaaa!!! Tudo ótimo e vocês?
- Ah, nós estávamos morreeendo de saudades!
- É mesmo? Bem… eu também. Só andei um tanto ausente de mim mesma. Mas decidi retornar.
- Algum motivo especial?
- Sim, sim. Pensei que uma postagem aqui poderia sensibilizar alguns de vocês.
- Huuumm… Podemos saber do que se trata?
- Claro! Devem! Uma amiga precisa urgente de sangue tipo AB+, um tipo raro. E descobri que doadores não são coisa fácil de se conseguir.
- Ah, mas nós podemos ajudar! Onde fazer as doações?
- As doações podem ser feitas na Santa Casa de Misercórdia de Maceió, até as 11h da próxima segunda-feira, dia 24. Doadores devem informar que precisam doar para Nilma Ferreira. Lá, eles recebem as doações pela manhã, até as 11h, e pela tarde, até as 16h. Posso contar com vocês?
- Claro que pode, Cassilda! Mais alguma recomendação?
- Sim. Nossa regulamentação para doações de sangue é tão preconceituosa quanto quem a aprovou. Avaliem as respostas que darão ao questionário pessoal que responderão, mas sejam sinceros quanto às questões referentes à saúde. No mais, é aquela coisa né.. tem que ter mais que 50 kg, não pode ter tido algumas doenças…
- Tudo bem, então. Pode nos esperar na Santa Casa!
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Gente, antecipei minha volta nesse espaço para fazer esse pedido a vocês que moram em Alagoas. Pessoas que possuem sangue tipo AB +, por favor compareçam à Santa Casa de Misericórdia de Maceió, no Centro, até a próxima segunda-feira. A amiga Nilma Ferreira precisa de doações e esta blogueira agradece.
Add comment 20 20UTC Agosto 20UTC 2009
Ausência
Aos meus poucos leitores, alguns assíduos, outros nem tanto, uma explicação: a ausência de atualização neste blog é temporária, enquanto organizo meus horários com novos projetos.
Obrigada pela paciência (rs)
3 comments 10 10UTC Julho 10UTC 2009
Vice-reitor da Ufal fala sobre diploma de Jornalismo e outros assuntos [ENTREVISTA]
Nosso encontro foi na última sexta-feira, por volta das 10h da manhã, quando fui à vice-reitoria da Universidade Federal de Alagoas (Ufal) solicitar ajuda de custo para minha viagem a Curitiba, no próximo mês de setembro. Fui informada por ele que, por impedimentos jurídicos, a Ufal não poderia me auxiliar, já que o vínculo institucional foi quebrado. Em palavras mais claras: já me formei e já cancelei meu número de matrícula. E qualquer ajuda financeira a quem não tem vínculo institucional com a universidade poderia ser mal vista por uma possível auditoria. Entendi.
De qualquer forma, ele, Eurico Lôbo, vice-reitor da Ufal, garantiu que tentará articular a ajuda com outro órgão de fomento à Educação, o que inclui a Secretaria Estadual de Educação. Até lá, torço por alguma resposta positiva que me permita apresentar meu Trabalho de Conclusão de Curso – Livro-reportagem: Por trás dos muros – ao público do Intercom 2009.
Claro, aproveitei a ocasião para fazer uma rápida entrevista com o vice-reitor. Inicialmente hesitante – por causa de problemas que já teve com estudantes que teriam distorcido as falas dele – Eurico Lôbo aceitou responder algumas perguntas, diante de meu encarecido pedido: “Mas o senhor não vai negar uma entrevista a uma profissional que acabou de se formar na universidade da qual o senhor é vice-reitor, não é?”.
Reeleito para o cargo de vice-reitor em 2007, ele criticou a recente decisão do STF que suspendeu a exigência do diploma em Comunicação Social para exercer atividades jornalísticas, falou sobre a abertura de novos cursos de graduação na Ufal em 2010 e até brincou quando questionado sobre as semelhanças físicas com o ex-presidente dos Estados Unidos George W. Bush e o astro hollywoodiano Richard Gere.
Enfim, o tempo era curto, as questões foram poucas, mas as respostas estão aí, tais como foram ditas [bem-vindo gravador!]. Leitores do Fala Cassilda!, fiquem à vontade para comentar!
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“O DIPLOMA PARA JORNALISMO É ESSENCIAL”
Fala Cassilda: Enquanto vice-reitor da Ufal, como o senhor recebeu a sentença do STF que pôs fim à obrigatoriedade do diploma em Comunicação Social para o exercício do Jornalismo?
Eurico Lôbo: Eu tenho o entendimento de que existem, dentro das diferentes áreas de conhecimento, as especificidades de cada uma dessas áreas na execução das atividades inerentes. Eu entendo que a obrigatoriedade do diploma para a atuação no Jornalismo é importante, porque ela não pode ser diferenciada das demais carreiras, onde se faz os registros, onde se tem a necessidade de diplomas específicos, eu não vejo diferente. Evidentemente que, dentro do Jornalismo, têm aquelas questões relacionadas a matérias específicas, que exigem domínio de conhecimentos específicos. Mas, uma vez essas questões sendo resolvidas, é importante que os jornalistas tenham a garantia de sua atuação.
FC: Importante ou essencial?
EL: Essencial. Eu acho que sim.
FC: Quais as possíveis consequências dessa decisão do STF para as escolas de Comunicação do Brasil?
EL: Eu acho que um debate se abre com relação a isso, acho que é importante que as universidades tenham a possibilidade de reduscutir isso. É algo que tem um posicionamento maior do STF, mas eu acho importante que esse debate exista, porque se nós imaginarmos o conjunto da sociedade brasileira, o número de escolas que possuem cursos de Jornalismo, isso pode ter um impacto muito grande, como o desestímulo dentro da carreira. Isso precisa ser rediscutido.
FC: Uma das previsões de quem enxerga a decisão do STF de forma positiva é que agora as escolas de Comunicação tendem a melhorar significativamente em qualidade. O senhor concorda?
EL: Não sei, não vejo necessariamente isso. Acho que a melhoria dos cursos é fruto de um engajamento daqueles que fazem o curso, junto com a direção central das universidades. A melhoria eu vejo pela produção acadêmica, pelo engajamento dos professores e dos estudantes, na construção do curso. Não é uma mera decisão de cima para baixo, uma determinação que venha da Justiça, que possa interferir necessariamente nisso.
FC: E sobre a Ufal, especificamente, o senhor acredita que o número de candidatos ao vestibular para Jornalismo deve diminuir?
EL: Não tenho elementos hoje para definir isso. Acho que dentro dos cursos de Comunicação a discussão dessa temática deveria voltar à tona. Evidentemente que tudo precisa ser entendido de uma forma mais clara pela maioria: os impactos, as implicações disso, não só no processo de formação mas também na expectativa daqueles que estão cursando. É presciso discutir, é um tema de muita abrangência.
FC: Mudando um pouco de assunto, a Ufal está passando por uma śerie de reformas, virou “um canteiro de obras”, como a sua própria gestão costuma dizer. Já ouvi falar até em construção de restaurante vegetariano. O que de fato vem por aí?
EL: Restaurante para vegetarianos eu confesso que não sei. Nós temos nutricionistas que tratam especificamente a alimentação dos estudantes e estamos trabalhando num projeto de ampliação do restaurante universitário. Nós temos crescido muito a nossa estrutura física, ampliando salas, criando novos blocos para diferentes faculdades. Isso é uma nessessidade do crescimento da universidade, que vem se renovando. Nos últimos dois anos contratamos mais de 300 professores, houve uma ampliação bastante expressiva do número de professores e de estudantes, hoje temos 65 cursos. É uma universidade que praticamente duplicou todos os seus números e ela precisa atender a esses desafios.
FC: Mas e as construções, o que são exatamente?
EL: Nós temos vários projetos em execução: um bloco para o curso de Química, outro para Física, outro para Matemática, estamos estruturando agora a Feac [Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade], mais um projeto programado para a Faculdade de Letras, outro para Medicina, também para o ICB [Instituto de Ciências Biológicas], para a Copeve [Comissão Permanente do Vestibular] – que é a nossa estrutura administrativa que realiza os nossos concursos – da Coordenação de Educação a Distância, enfim, um conjunto de obras que a universidade vem fazendo para atender à demanda crescente.
FC: E sobre os novos cursos? O senhor havia nos dito, logo no início de 2009, que novos cursos seriam abertos na Ufal. Isso realmente vai acontecer em 2010?
EL: Toda a programação que foi feita junto as diferentes unidades acadêmicas está em andamento. Agora para 2010, o que está previsto são os cursos de expansão de Delmiro Gouveia. Agora mesmo eu estava reunido com a coordenação desses cursos, nós já estamos com os projetos pedagógicos prontos, os laboratórios, já estamos em processo de contratação de docentes…
FC: Que cursos são esses?
EL: Nós teremos cerca de oito cursos lá em Delmiro: dois cursos na área de engenharia – Engenharia Civil e Engenharia de Produção -, também no eixo gestão Ciências Contábeis e Economia, Licenciatura de História, Geografia, enfim… Nós estamos trabalhamos nesses projetos, o projeto do prédio já está pronto, estamos em fase de processar as questões de natureza jurídica, licitação, aquela coisa toda… Mas com a perspectiva de em 2010 iniciarmos Delmiro de forma já muito bem estrutura.
FC: É um novo campus?
EL: Isso, é um novo campus e o vestibular já [está previsto] para 2009 para começar [os cursos] em 2010, essa é a previsão. Inclusive nós estamos já com edital já para contratação de professores para Delmiro.
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EM POUCAS PALAVRAS…
NOME COMPLETO: Eurico de Barros Lôbo Filho
IDADE: 52 anos
NATURALIDADE: Recife, Pernambuco
FORMAÇÂO ACADÊMICA: Graduado em Química (UNB) e Doutor em Polímeros (Universidade Du Maine, França)
FAMÍLIA: Casado, dois filhos
O QUE FAZ QUANDO NÃO É VICE-REITOR: Adoro estar com a minha família, gosto de jardinagem, de jogar tênis, gosto de ler, enfim, de fazer aquelas coisas que são prazerosas…
GOVERNO NEOLIBERAL: Sou adepto de uma sociedade livre, democrática, onde as pessoas tem a liberdade de se expressar, e dizer claramente: eu quero uma sociedade onde todos possam ter direitos iguais
O SENHOR JÁ FOI COMPARADO, POR SUPOSTAS SEMELHANÇAS FÍSICAS, AO EX-PRESIDENTE DOS EUA, GEORGE W. BUSH, E AO ASTRO HOLLYWOODIANO RICHARD GERE. QUAL COMPARAÇÃO AGRADA MAIS?
(risos) São coisas distintas. Uma seguramente não me agrada, que é o George W. Bush, até porque não tenho nenhuma semelhança com ele, nem do ponto de vista político-ideológico, nem mesmo fisicamente. O Richard Gere é mais uma brincadeira, talvez pelos meus cabelos brancos (mais risos).
7 comments 23 23UTC Junho 23UTC 2009
Enquete: Qual o nome do blog?
Gente, post rápido para pedir a opinião de alguns leitores assíduos e de quem passar aqui por acaso.
Este blog ultrapassou recentemente a agradável marca de 4 mil acessos, contabilizados desde novembro de 2008, quando finalmente entramos na web. É bom destacar que a contagem é feita pelo próprio WordPress e não considera os acessos e atualizações feitos pela blogueira.
Usarei esse pretexto para lançar a nossa primeira enquete. É que muita gente que esteve por aqui se referiu ao blog de formas diferentes, uns por “Cassilda”, outros por “Fala Cassilda”. Quero oficializar o negócio. O que você acha?
É só votar na enquete logo aqui ao lado >>>
1 comment 15 15UTC Junho 15UTC 2009
E depois da gripe suína…
O Yahoo! já consertou o erro, ontem à noite mesmo, mas a consoante trocada ficou um bom tempo no ar. E a griFe de Bono, por algum tempo, virou griPe. Os mais atentos aos detalhes perceberam e indagaram-se: seria a nova gripe bonina?
[Como diria Jô Soares: "que bobagem!"]
3 comments 12 12UTC Junho 12UTC 2009









