Oficialmente… jornalista!

Como Bacharel em Comunicação Social, juro buscar meus ideais, seguindo a meta de trabalho que livremente escolhi, comunicando com ética, honestidade e responsabilidade aquilo que aprendi.

Oficialmente, jornalista!

Depois de quatro anos de árduo trabalho (bem como de intensa boemia), recebo o tão cobiçado canudo… oco. Finalmente, foi esclarecida essa dúvida cruel que me atormentava: o tal canudo chega às mãos dos formandos vazio. Simplesmente simbólico, um brinde. Não sei bem se da Universidade ou da empresa que cobriu a festa da colação de grau, mas um brinde. O diploma mesmo veio clipado por fora de um envelope como outro qualquer.

E assim espero sempre compreender aquele documento. Simbolicamente, uma grande conquista. Na prática, entretanto, somente o início de tanta coisa boa que está por vir.

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Bomm… Sem net em casa, muita coisa para postar atrasada. Tanto esqueci algumas aqui, como o arquivo do meu TCC em PDF. Continua para depois. Agora mesmo, falo da colação e da colocação da nossa linda placa lá no COS (quantas siglas!).

Jornálcool: quatro anos de boemia no COS, ou seja, uma odisséia pura e sem gelo.

Jornálcool: quatro anos de boemia no COS, ou seja, uma odisséia pura e sem gelo.

O design show é da formanda Larissa Lima, destacando a mais bela foto já clicada para uma placa de formatura. “Cada um a seu estilo”, era a regra no estúdio. E aí não é difícil me achar ali no canto, enconstada na parede, cara de chata, all star e calça jeans.

É bom destacar que o nome da turma – “Jornálcool: quatro anos de boemia no COS, ou seja, uma odisséia pura e sem gelo” – foi discutido exaustivamente em uma casa de praia, num desses fins de semana regado a vinho barato.

Nosso patrono é o atual superintendente da Polícia Federal em Alagoas, José Pinto de Luna, já que preferimos não aceitar gorjetas políticas. Foram homenageados pela nossa turma o professor Edson Falcão (jornalismo impresso), o bolsista Henrique Silva (por todos os serviços prestados na coordenação do curso) e, postuma e merecidamente, o técnico de rádio André Ferreira. Esta última homenagem foi feita na presença da esposa e dos filhos do André.

Filhos e esposa do André, recebendo a pequena homenagem da formanda Laís Falcão

Filhos e esposa do André, recebendo a pequena homenagem da formanda Laís Falcão

André recebendo a homenagem desta blogueira (ainda com cabelos enormes e feios)

André recebendo a homenagem desta blogueira (ainda com cabelos enormes e feios)

Na colação de grau, belíssimo texto do orador Anthony Campos. Um dia publico aqui, nem que seja um trecho.

E que venha a grande festa!!

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Gravador: usá-lo ou não usá-lo?

Deixe de ser burra!

(A excêntrica figura popular Tororó do Rojão, em entrevista à quase – falta bem pouco – jornalista Paula Felix. Na ocasião, ela preferiu não usar gravador de voz e pediu, gentilmente, que Tororó repetisse algumas datas. Não deu outra…)

Agradabilíssimo meu último sábado à tarde. As amigas Kassia Nobre e Paula Felix, as jornalistas Carla Serqueira e Erika Morais, uma colega chamada Sumaia (fugiu-me o sobrenome) e eu, estivemos reunidas no Shopping Farol a papear sobre jornalismo.

Livros, revistas e textos avulsos se espalharam sobre a pequena mesa, que ficou ainda menor em meio à nossa sintonia. Estiveram presentes em nossos verbos também os autores Edvaldo Pereira Lima, Heródoto Barbeiro, Eliane Brum, dentre vários outros que serviram de inspiração para nosso entusiasmo.

E no meio do papo, eis que surge a questão: usar ou não usar gravador de voz durante as entrevistas?

Argumentos a favor:

1. Você não corre o risco de se perder na entrevista e terá sempre a fala do entrevistado exatamente como ela foi dita;

2. Enquanto você faz a entrevista, pode observar tranqüilamente o ambiente, facilitando futuras descrições, coisa essencial ao jornalismo literário…

Contra:

1. O gravador pode intimidar o entrevistado e ele corre o risco de perder a espontaneidade;

2. Você pode se acomodar ao uso do equipamento e correr o risco de ficar na mão, caso o bicho resolva não funcionar…

E por aí foi. Conclusão da jornalista Erika Morais: cada entrevista é um caso diferente. Cabe à/ao própria/o jornalista avaliar quando usar ou não o gravador.

Opinião pessoal: concordo com Erika, mas não abro de papel e caneta, mesmo quando utilizo o gravador. Isso me ajuda a não perder de vista os focos da entrevista.

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Aliás, a jornalista Erika Morais – que veio de São Paulo e passa uns dias em Maceió – participa de novo bate-papo no próximo sábado, para quem se interessar em debater sobre jornalismo literário. Por enquanto, o encontro está marcado no Espaço Cultural da Ufal, na Praça Sinimbu, às 14h e 30min. Qualquer alteração informo aqui no blog.

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Aliás 2! A estudante de jornalismo e amiga Paula Felix apresenta seu Trabalho de Conclusão de Curso na próxima quinta-feira à tarde, na Ufal. O tema: uma grande-reportagem perfil sobre… ele mesmo! Tororó do Rojão. Confiram!

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Aliás 3 (último! prometo!): vejam um Putz! exclusivo com o estudante de jornalismo Rafhael Barbosa, que teve um problemão usando um gravador de voz analógico.

Criticar ou não criticar?

Ética e princípios morais andam juntos. Ou se têm, ou não se têm.

(Tarciana Santos, sobre ética no trabalho)

Opa, de volta, depois de uma semana sem postar. Peço desculpas às minhas leitoras e meus leitores fiéis – sei que já tenho dois, duas pessoas que me amam, por sinal. Mas isso é só um detalhe. =)

Vamos ao assunto que traz a blogueira de volta ao blog. Ontem tive uma conversa muito produtiva com as amigas Kassia Nobre e Deborah Freire – quase jornalistas: faltam os canudos. Produtiva, principalmente, por trazer à tona a discussão sobre ética no trabalho, passada praticamente em branco na universidade.

Sendo jornalista (futuro bem próximo para nós) e tendo em mãos um produto jornalístico de má qualidade, o que fazer? Criticar o trabalho em questão? Se sim, dentro ou fora do ambiente de trabalho? Diretamente para a/o autor/a ou por meio de superiores? Se não, deve-se deixar a responsabilidade da crítica unicamente nas mãos dos superiores?

Resumindo, foram esses os questionamentos que nos fizemos e tentamos nos responder durante a conversa. Antes de chegar a alguma conclusão, resolvi questionar uma outra amiga, que trabalha na área de engenharia de produção de uma grande empresa, a Tarciana – essa da frase de abertura da postagem.

Eis a resposta dela: “Na minha profissão, a segurança das pessoas é essencial. Se essa segurança é ameaçada, de alguma forma, pelo trabalho irresponsável de um colega, acredito que é meu dever alertá-lo. Se ele não me ouve, não posso ser negligente, levo o problema até meu superior”.

Agora a minha. Ao contrário do que pensam muitos profissionais, consigo comparar o jornalismo a profissões como a medicina ou a engenharia, cada uma com suas especificidades, é claro. Se Comunicação Social também é responsabilidade, como podemos ser negligentes com o mau jornalismo, aquele que lida sem cuidados com as informações repassadas aos leitores?

Afinal, informações irresponsáveis veiculadas pela imprensa já causaram transtornos irreparáveis a muitas vidas. Se não se quer ouvir as críticas e consertar os erros, não é por isso que fecharemos os olhos a eles. É claro, também, que isso não é justificativa criar mal-estar gratuito com colegas de profissão.

Seria isso fantasiar demais a realidade do nosso universo profissional? Está aberta mais uma discussão..

Aniversário II

Calotes, bananas, histórias de terror e um gaúcho cantando forró… muito massa!

(mais uma de Amanda Duarte direto para o blog: sobre a comemoração do último sábado)

AAmor

A comemoração do meu aniversário este ano me deixou completamente supresa e muito feliz. Consegui reunir, no mesmo lugar e na mesma noite, três gerações importantes da minha vida: pessoas que me marcaram desde o colegial, passando pelo Ensino Médio e atualmente na graduação. Sem falar naquelas que estão presentes fora da sala-de-aula.

Eu e amigos

Amigos Graduação

Amigos Colegial

Como bem resumiu a Amanda, “muito massa!”. Obrigada à todas/os pela companhia!

[as fotos deixaram a desejar, mas tá valendo! Obrigada Mariá e Lu!;)]