Crítica da razão tupiniquim

Levar a sério, seja um trabalho, um lugar ou um amor, não consiste no zelo pela vigência de normas sociais. Ao contrário. (…) A sério, revigoro o mundo com uma quantidade imensa de significações. Sério, reduzo-me a objeto morto, caricato, de existir centrado no externo.

(Roberto Gomes, em Crítica da Razão Tupiniquim)

Ontem (02) encontrei com duas estudantes de Jornalismo da Ufal, Natália e Janine, esta última já conhecida. O papo deveria girar em torno do processo de produção do livro-reportagem “Por trás dos Muros”, mas acabou se estendendo a diversos outros assuntos, da exigência do diploma para exercer o Jornalismo ao perfil das novas turmas que povoam o curso.

Em tempo: no último dia 06 de setembro “Por trás dos muros” venceu, na categoria livro-reportagem, a etapa nacional da Expocom (Exposição de Pesquisas Experimentais em Comunicação), prêmio concedido pela Intercom (Sociedade Brasileira de Estudos Interdisciplinares de Comunicação). E eu, claro, estava lá em Curitiba para receber o troféu, junto a pessoas queridas. Pena que o quebrei sem querer, ao derrubar o pobre da mesa. Caiu no chão e se partiu em dois. Ainda não comprei uma boa cola para reparar o dano, mas torço que isso seja suficiente.  [Confira aqui trechos do trabalho e os vencedores da Expocom 2009].

Olha aí o troféu ainda inteiro

Olha aí o troféu ainda inteiro

Transtorno à parte, a notícia do prêmio, até então inédito na Ufal (alguém tem informação contrária? comente abaixo!), inspirou as estudantes a produzir uma matéria para o novo jornal-laboratório que a comunidade acadêmica desenvolve, ainda sem nome. Quem ficou incubida de me telefonar para fazer o convite para a entrevista foi a Natália e logo pensei: UAU! QUE CHIQUE! 8)

Mas desconfio que toda a “chiqueza” da coisa foi ao chão logo em uma das primeiras perguntas: “Como foi a estudante Acássia?”.

– Xiiii…

Bom, preferi ser sincera. Disse a verdade: não fui o que se pode chamar de uma estudante brilhante. Tudo bem, a maioria dos professores e a estrutura do curso de Comunicação da Ufal não ajudaram nem um pouco, mas eu poderia ter produzido mais. Muito mais, eu diria. Assim como para a maioria dos estudantes que passam por lá, creio que me faltou foco durante o curso.

Foco que descobri apenas no último ano de estudos, justamente ao desenvolver “Por trás dos muros”, um trabalho produzido com afinco, cuidado e muita responsabilidade. Não à tôa, um trabalho reconhecido pela Intercom. Orgulho-me.

Por outro lado, conversamos Natália e eu – enquanto Janine fazia cliques por vários ângulos -, aproveitei muito o que a universidade pôde me dar. Falo da parte lúdica, das relações humanas, da quebra de preconceitos, de conhecer e dialogar com outras realidades, coisa que me fascina há tempos. E coisa também que, creio, estudantes da “nova” geração não estão aproveitando como deveriam, na disputa precoce por estágios e visibilidade profissional. Uma impressão compartilhada com minha entrevistadora.

Ao fim da conversa, uma revelação. Em outras palavras:

“Acássia, imaginei que você era uma pessoa seríssima, cisuda”

E aí logo lembrei de um livro lido no primeiro ano do curso de Jornalismo, para a disciplina de Filosofia, então orientada pelo professor Fernando Ayres. O livro chama-se “Crítica da Razão Tupiniquim”, escrito pelo também filósofo Roberto Gomes. Ao defender a falta de personalidade da filosofia brasileira, Gomes ressalta: para ter seriedade, não é preciso ser sério, no sentido de normas e convenções sociais. Basta se levar a sério e levar as coisas a sério também.

Foi uma das lições que ficaram da universidade. Agora é esperar para ver o trabalho da Natália e da Janine publicado. Desde já, agradeço pelo convite e espaço disponibilizado. 😉

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Vice-reitor da Ufal fala sobre diploma de Jornalismo e outros assuntos [ENTREVISTA]

Nosso encontro foi na última sexta-feira, por volta das 10h da manhã, quando fui à vice-reitoria da Universidade Federal de Alagoas (Ufal) solicitar ajuda de custo para minha viagem a Curitiba, no próximo mês de setembro. Fui informada por ele que, por impedimentos jurídicos, a Ufal não poderia me auxiliar, já que o vínculo institucional foi quebrado. Em palavras mais claras: já me formei e já cancelei meu número de matrícula. E qualquer ajuda financeira a quem não tem vínculo institucional com a universidade poderia ser mal vista por uma possível auditoria. Entendi.

De qualquer forma, ele, Eurico Lôbo, vice-reitor da Ufal, garantiu que tentará articular a ajuda com outro órgão de fomento à Educação, o que inclui a Secretaria Estadual de Educação. Até lá, torço por alguma resposta positiva que me permita apresentar meu Trabalho de Conclusão de Curso – Livro-reportagem: Por trás dos muros – ao público do Intercom 2009.

Claro, aproveitei a ocasião para fazer uma rápida entrevista com o vice-reitor. Inicialmente hesitante – por causa de problemas que já teve com estudantes que teriam distorcido as falas dele – Eurico Lôbo aceitou responder algumas perguntas, diante de meu encarecido pedido: “Mas o senhor não vai negar uma entrevista a uma profissional que acabou de se formar na universidade da qual o senhor é vice-reitor, não é?”.

Reeleito para o cargo de vice-reitor em 2007, ele criticou a recente decisão do STF que suspendeu a exigência do diploma em Comunicação Social para exercer atividades jornalísticas, falou sobre a abertura de novos cursos de graduação na Ufal em 2010 e até brincou quando questionado sobre as semelhanças físicas com o ex-presidente dos Estados Unidos George W. Bush e o astro hollywoodiano Richard Gere.

Enfim, o tempo era curto, as questões foram poucas, mas as respostas estão aí, tais como foram ditas [bem-vindo gravador!]. Leitores do Fala Cassilda!, fiquem à vontade para comentar!

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“O DIPLOMA PARA JORNALISMO É ESSENCIAL”

Fala Cassilda: Enquanto vice-reitor da Ufal, como o senhor recebeu a sentença do STF que pôs fim à obrigatoriedade do diploma em Comunicação Social para o exercício do Jornalismo?

Eurico Lôbo: Eu tenho o entendimento de que existem, dentro das diferentes áreas de conhecimento, as especificidades de cada uma dessas áreas na execução das atividades inerentes. Eu entendo que a obrigatoriedade do diploma para a atuação no Jornalismo é importante, porque ela não pode ser diferenciada das demais carreiras, onde se faz os registros, onde se tem a necessidade de diplomas específicos, eu não vejo diferente. Evidentemente que, dentro do Jornalismo, têm aquelas questões relacionadas a matérias específicas, que exigem domínio de conhecimentos específicos. Mas, uma vez essas questões sendo resolvidas, é importante que os jornalistas tenham a garantia de sua atuação.

FC: Importante ou essencial?

EL: Essencial. Eu acho que sim.

FC: Quais as possíveis consequências dessa decisão do STF para as escolas de Comunicação do Brasil?

EL: Eu acho que um debate se abre com relação a isso, acho que é importante que as universidades tenham a possibilidade de reduscutir isso. É algo que tem um posicionamento maior do STF, mas eu acho importante que esse debate exista, porque se nós imaginarmos o conjunto da sociedade brasileira, o número de escolas que possuem cursos de Jornalismo, isso pode ter um impacto muito grande, como o desestímulo dentro da carreira. Isso precisa ser rediscutido.

FC: Uma das previsões de quem enxerga a decisão do STF de forma positiva é que agora as escolas de Comunicação tendem a melhorar significativamente em qualidade. O senhor concorda?

EL: Não sei, não vejo necessariamente isso. Acho que a melhoria dos cursos é fruto de um engajamento daqueles que fazem o curso, junto com a direção central das universidades. A melhoria eu vejo pela produção acadêmica, pelo engajamento dos professores e dos estudantes, na construção do curso. Não é uma mera decisão de cima para baixo, uma determinação que venha da Justiça, que possa interferir necessariamente nisso.

FC: E sobre a Ufal, especificamente, o senhor acredita que o número de candidatos ao vestibular para Jornalismo deve diminuir?

EL: Não tenho elementos hoje para definir isso. Acho que dentro dos cursos de Comunicação a discussão dessa temática deveria voltar à tona. Evidentemente que tudo precisa ser entendido de uma forma mais clara pela maioria: os impactos, as implicações disso, não só no processo de formação mas também na expectativa daqueles que estão cursando. É presciso discutir, é um tema de muita abrangência.

FC: Mudando um pouco de assunto, a Ufal está passando por uma śerie  de reformas, virou “um canteiro de obras”, como a sua própria gestão costuma dizer. Já ouvi falar até em construção de restaurante vegetariano. O que de fato vem por aí?

EL: Restaurante para vegetarianos eu confesso que não sei. Nós temos nutricionistas que tratam especificamente a alimentação dos estudantes e estamos trabalhando num projeto de ampliação do restaurante universitário. Nós temos crescido muito a nossa estrutura física, ampliando salas, criando novos blocos para diferentes faculdades. Isso é uma nessessidade do crescimento da universidade, que vem se renovando. Nos últimos dois anos contratamos mais de 300 professores, houve uma ampliação bastante expressiva do número de professores e de estudantes, hoje temos 65 cursos. É uma universidade que praticamente duplicou todos os seus números e ela precisa atender a esses desafios.

FC: Mas e as construções, o que são exatamente?

EL: Nós temos vários projetos em execução: um bloco para o curso de Química, outro para Física, outro para Matemática, estamos estruturando agora a Feac [Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade], mais um projeto programado para a Faculdade de Letras, outro para Medicina, também para o ICB [Instituto de Ciências Biológicas], para a Copeve [Comissão Permanente do Vestibular] – que é a nossa estrutura administrativa que realiza os nossos concursos – da Coordenação de Educação a Distância, enfim, um conjunto de obras que a universidade vem fazendo para atender à demanda crescente.

FC: E sobre os novos cursos? O senhor havia nos dito, logo no início de 2009, que novos cursos seriam abertos na Ufal. Isso realmente vai acontecer em 2010?

EL: Toda a programação que foi feita junto as diferentes unidades acadêmicas está em andamento. Agora para 2010, o que está previsto são os cursos de expansão de Delmiro Gouveia. Agora mesmo eu estava reunido com a coordenação desses cursos, nós já estamos com os projetos pedagógicos prontos, os laboratórios, já estamos em processo de contratação de docentes…

FC: Que cursos são esses?

EL: Nós teremos cerca de oito cursos lá em Delmiro: dois cursos na área de engenharia – Engenharia Civil e Engenharia de Produção -, também no eixo gestão Ciências Contábeis e Economia, Licenciatura de História, Geografia, enfim… Nós estamos trabalhamos nesses projetos, o projeto do prédio já está pronto, estamos em fase de processar as questões de natureza jurídica, licitação, aquela coisa toda… Mas com a perspectiva de em 2010 iniciarmos Delmiro de forma já muito bem estrutura.

FC: É um novo campus?

EL: Isso, é um novo campus e o vestibular já [está previsto] para 2009 para começar [os cursos] em 2010, essa é a previsão. Inclusive nós estamos já com edital já para contratação de professores para Delmiro.

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EM POUCAS PALAVRAS…

(foto: Ascom/Ufal)

Eurico Lôbo Filho (foto: Ascom/Ufal)

NOME COMPLETO: Eurico de Barros Lôbo Filho
IDADE: 52 anos
NATURALIDADE: Recife, Pernambuco
FORMAÇÂO ACADÊMICA: Graduado em Química (UNB) e Doutor em Polímeros (Universidade Du Maine, França)
FAMÍLIA: Casado, dois filhos
O QUE FAZ QUANDO NÃO É VICE-REITOR: Adoro estar com a minha família, gosto de jardinagem, de jogar tênis, gosto de ler, enfim, de fazer aquelas coisas que são prazerosas…
GOVERNO NEOLIBERAL: Sou adepto de uma sociedade livre, democrática, onde as pessoas tem a liberdade de se expressar, e dizer claramente: eu quero uma sociedade onde todos possam ter direitos iguais
O SENHOR JÁ FOI COMPARADO, POR SUPOSTAS SEMELHANÇAS FÍSICAS, AO EX-PRESIDENTE DOS EUA, GEORGE W. BUSH, E AO ASTRO HOLLYWOODIANO RICHARD GERE. QUAL COMPARAÇÃO AGRADA MAIS?
(risos) São coisas distintas. Uma seguramente não me agrada, que é o George W. Bush, até porque não tenho nenhuma semelhança com ele, nem do ponto de vista político-ideológico, nem mesmo fisicamente. O Richard Gere é mais uma brincadeira, talvez pelos meus cabelos brancos (mais risos).

Oficialmente… jornalista!

Como Bacharel em Comunicação Social, juro buscar meus ideais, seguindo a meta de trabalho que livremente escolhi, comunicando com ética, honestidade e responsabilidade aquilo que aprendi.

Oficialmente, jornalista!

Depois de quatro anos de árduo trabalho (bem como de intensa boemia), recebo o tão cobiçado canudo… oco. Finalmente, foi esclarecida essa dúvida cruel que me atormentava: o tal canudo chega às mãos dos formandos vazio. Simplesmente simbólico, um brinde. Não sei bem se da Universidade ou da empresa que cobriu a festa da colação de grau, mas um brinde. O diploma mesmo veio clipado por fora de um envelope como outro qualquer.

E assim espero sempre compreender aquele documento. Simbolicamente, uma grande conquista. Na prática, entretanto, somente o início de tanta coisa boa que está por vir.

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Bomm… Sem net em casa, muita coisa para postar atrasada. Tanto esqueci algumas aqui, como o arquivo do meu TCC em PDF. Continua para depois. Agora mesmo, falo da colação e da colocação da nossa linda placa lá no COS (quantas siglas!).

Jornálcool: quatro anos de boemia no COS, ou seja, uma odisséia pura e sem gelo.

Jornálcool: quatro anos de boemia no COS, ou seja, uma odisséia pura e sem gelo.

O design show é da formanda Larissa Lima, destacando a mais bela foto já clicada para uma placa de formatura. “Cada um a seu estilo”, era a regra no estúdio. E aí não é difícil me achar ali no canto, enconstada na parede, cara de chata, all star e calça jeans.

É bom destacar que o nome da turma – “Jornálcool: quatro anos de boemia no COS, ou seja, uma odisséia pura e sem gelo” – foi discutido exaustivamente em uma casa de praia, num desses fins de semana regado a vinho barato.

Nosso patrono é o atual superintendente da Polícia Federal em Alagoas, José Pinto de Luna, já que preferimos não aceitar gorjetas políticas. Foram homenageados pela nossa turma o professor Edson Falcão (jornalismo impresso), o bolsista Henrique Silva (por todos os serviços prestados na coordenação do curso) e, postuma e merecidamente, o técnico de rádio André Ferreira. Esta última homenagem foi feita na presença da esposa e dos filhos do André.

Filhos e esposa do André, recebendo a pequena homenagem da formanda Laís Falcão

Filhos e esposa do André, recebendo a pequena homenagem da formanda Laís Falcão

André recebendo a homenagem desta blogueira (ainda com cabelos enormes e feios)

André recebendo a homenagem desta blogueira (ainda com cabelos enormes e feios)

Na colação de grau, belíssimo texto do orador Anthony Campos. Um dia publico aqui, nem que seja um trecho.

E que venha a grande festa!!

Você vai resisitir a esse olhar?

A grandeza de uma nação e seu progresso moral podem ser julgados pelo modo como seus animais são tratados.

(Mahatma Gandhi)

Fico devendo aqui algumas sugestões de documentários sobre o tema animal e o porquê de se aderir ao vegetarianismo. Por enquanto, vão dois filmes elaborados pela estudante de Jornalismo Ariana Maurício como peças publicitárias para o Núcleo de Educação Ambiental Francisco de Assis (Neafa). O tema da campanha é “Adote um focinho abandonado”, baseado no próprio slogan da instiruição.

O trabalho foi realizado como “requisito parcial para obtenção de nota para a Disciplina Estética da Comunicação, sob orientação do Professor Doutor Ronaldo Bispo” – quem estudou Jornalismo na Ufal e não lembra dessa orientação?? rs

ADOTE UM FOCINHO ABANDONADO [GATO]

ADOTE UM FOCINHO ABANDONADO [CACHORRO]

Discutindo o mercado de trabalho

O efêmero lhe é inerente, a superficialidade é uma condição que pode e deve ser combatida, sempre que possível.

(Edvaldo Pereira Lima, professor da Escola de Comunicação e Artes (ECA) da Universidade de São Paulo (USP), em sua obra ‘Páginas Ampliadas – o livro-reportagem como extensão do jornalismo e da literatura’, ao se referir à imprensa cotidiana)

I Seminário Perspectivas do Mercado em Comunicação

Em 2009, entra no mercado de trabalho mais uma turma de jornalistas formados pela Universidade Federal de Alagoas. Eu estarei no meio desses novos profissionais. Os estudantes que continuam nas faculdades sentem a necessidade de discutir as perspectivas do mercado em comunicação. E a nossa formatura está aí, pedindo reforço financeiro.

Por tudo isso, elaboramos o I Seminário Perspectivas do Mercado em Comunicação. É o primeiro evento voltado para a discussão de mercado em comunicação do Estado, pelo menos que lembremos. Isso nos ajudou a conseguir os patrocínios, devo lembrar. Aliás, nossos agradecimentos aos patrocinadores! Também sabemos que, por ser o primeiro, terá várias falhas. Esperamos que sejam mínimas, comparadas ao valor das discussões. As inscrições estão abertas! Participem!

O trabalho nas redações, as oportunidades do mercado, o perfil do profissional buscado pelas empresas. Tudo isso estará em pauta no I Seminário Perspectivas do Mercado em Comunicação, que ocorrerá nos dias 2 e 3 de dezembro, das 19h às 22h, no auditório da Faculdade Integrada Tiradentes (FITS). O evento é uma realização dos alunos do 4º ano de jornalismo da Universidade Federal de Alagoas (UFAL) e conta com o apoio da Ufal, Fits, Gráfica Arpoador, Rádio Pajuçara, Sebrae e com o patrocínio do Governo de Alagoas.

No Seminário, os participantes terão a chance única de interagir com os jornalistas que atuam na linha de frente da cobertura diária. Editores, chefes de reportagem, produtores, repórteres, fotojornalistas e assessores de imprensa trazem em primeira mão, as tarefas, as exigências, as alegrias e os dissabores do profissional comprometido com a informação nas empresas e nas redações.

A programação traz quatro painéis: assessoria de comunicação, webjornalismo, jornalismo impresso e telejornalismo. Na abertura, a presidente do Sindicato dos Jornalistas de Alagoas (Sindjornal), Valdice Gomes, traça um panorama sobre a atual situação do mercado de trabalho: carências, mudanças e perspectivas.

Entre os convidados estão profissionais de vários veículos e setores de comunicação, respeitados no mercado alagoano, como a assessora Luiza Barreiros (Ministério Público Federal),  o repórter Maurício Gonçalves (Gazeta de Alagoas), o editor de telejornalismo Marcus Toledo (Tv Pajuçara) e o blogueiro Maikel Marques.

As inscrições custam R$ 20 e poderão ser feitas no departamento de Comunicação Social da UFAL (24 e 25 de novembro) e nas bibliotecas do Cesmac – Fecom (26 e 27 de novembro) e da Fits (27 e 28 de novembro). Mais informações podem ser obtidas no Blog do Evento ou pelos telefones (82) 8817-3977 ou (82) 8802-6580. As vagas são limitadas.

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Veja também: PUTZ!!!