Putz!
“Em alguns momentos e situações da vida não há nada mais para se dizer” (como bem resume certa comunidade do Orkut). Quem nunca passou por um momento desses? Tudo o que você mais quer é voltar alguns segundos no tempo ou simplesmente desaparecer por mágica dali. Mas, adivinha! Não dá, já foi. O jeito é manter o charme e continuar o papo. Há quem diga até que nem vale a pena tentar reparar o irreparável.
Aqui, jornalistas e estagiárias/os em jornalismo contribuem para nosso conforto pessoal. Sim, porque a gafe do outro é sempre mais horrorosa. É ou não é?
______________________________________________________________________________________________
:: As postagens antigas que você via aqui foram migradas para a página principal do Cassilda. Leitura e comentários ficaram mais acessíveis.
CONFIRA!
15 Comentários Add your own
Deixe uma resposta
Enviar trackback para este post | Subscribe to the comments via RSS Feed
1.
Daves Dylan | 4 de novembro de 2008 às 4:17
meu caso perdido?
não mesmo….
prefiro exercitar minhas habilidades jornalisticas me expressando como gosto:
VÁ CATAR COQUINHO!!!!
ahauhaa
2. O capitalismo existe mesmo? « Cassilda | 4 de novembro de 2008 às 6:19
[...] Putz! [...]
3.
Kassia Nobre | 6 de novembro de 2008 às 0:41
Amiga só na queimação..adorei!
4.
Ariana | 8 de novembro de 2008 às 13:10
Esperei você contar a minha gafe.
rs…
mas essa foi pior.
ahsuhuas
5. Juventudes « Cassilda | 8 de novembro de 2008 às 21:47
[...] Putz! [...]
6.
Ariana | 9 de novembro de 2008 às 15:41
kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk
oi?
=x
7.
Ariana | 19 de novembro de 2008 às 1:02
Essa foi a pior de todos os tempos..
=x
8. Discutindo o mercado de trabalho « Cassilda | 22 de novembro de 2008 às 3:27
[...] Putz! [...]
9.
Mário Júnior | 12 de dezembro de 2008 às 0:03
Pôxa… espero que isso nunca aconteça comigo numa situação como essa.
Já bati várias vezes com o rosto em algum obstáculo. Poste, placa, galho de árvore… não lembro de ter sangrado, mas doeu bastante!
Ao menos o jornalista que sofreu o “acidente de trabalho” encarou a situação com bom-humor.
10.
Mário Júnior | 16 de dezembro de 2008 às 3:17
Que resposta foi essa? Como assim não confia no “bom funcionamento” dos digitais?
Eu tinha/tenho um analógico da Aiwa que já está há muito aposentado. Os dois digitais que comprei NUNCA deram nenhum problema.
11.
Ariana | 17 de dezembro de 2008 às 0:18
kkkkkkkkkkkkkkkkkkkk
como fas?
Raphael meu fio, desculpa horrível.
12.
Caio | 17 de dezembro de 2008 às 6:01
Trazendo esse assunto pra minha área (saúde), eu tb não confio nos medidores de pressão (científicamente chamados de esfigmomanômetros) digitais, tudo bem que são mais modernos, bonitos, rápidos e práticos, porém com esses modelos o profissional não tem contato com o paciente durante o procedimento. Com o analógico nós podemos ouvir as pulsações com o estetoscópio: confio muito mais nos meus ouvidos que num aparelho digital.
13.
Caio | 17 de dezembro de 2008 às 6:13
E antes que alguém diga “E o que medidores de pressão têm a ver com gravadores?”, eu respondo: nada! Não relacionei um objeto com o outro, só quis dizer que nem sempre tudo o que é mais moderno é melhor… Pode ser que no caso dos gravadores o digital seja a opção mais prática e confiável (e eu acredito que seja mesmo), mas não é regra!
14. Putz! « Cassilda | 6 de fevereiro de 2009 às 22:48
[...] Putz! [...]
15.
Ariana | 10 de fevereiro de 2009 às 18:16
vc n revela, mas eu sim!
Kássia, morri de rir com sua gafe do safoneiro…
kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk